quarta-feira, 22 de julho de 2009

É Ser Diferente...

Poucas vezes me vi
Fechando janelas, mesmo com tanto
O que ver, assistir!
É que nunca me fiz tão sozinho...
Os sonhos, bem dizer, estão falidos e a rotina
Vem e cobra o seu biz!

Andando com certas pessoas (erradas),
Invento trapaças pra não cair
Nas suas graças...
É que não se deve pedir bagagens de bobagens
Quando se quer ser alguém em meio
A tantos 'ninguéns'
Que apenas viajam ao redor de si mesmos...

Infeliz é ser diferente
E isso me dá calafrios...


Em: 21 de julho de 2009 - 21hs

sexta-feira, 26 de junho de 2009

[Luto...]



...

terça-feira, 9 de junho de 2009

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terça-feira, 26 de maio de 2009

A Mulher de Seda

Esse olhar quebrado,

Infantil e selvagem;

Um jeito levante

Que me rompe com o sério,

O adultério do ser humano, corrompido

Pela tua pele fina, uma seda;

 

Esse instinto carnal, animal,

Tal desejo valente,

Primitivo e intelectual,

Um tocar que parece o Mundo

Girando no cenário de fundo

E ao meu redor.

 

Essa imagem tua

Alucina, dá aquela sensação fria,

Os impulsos cardíacos vazam,

Parecem jorrar litros de algo

Que vicia, deixa dependente

Dessa tua safadeza...

 

Esse vestido que usas

Cheio de abusos, de propósito, justo sobre tuas curvas

Assusta e faz esquecer o humano que sou,

Joga meu juízo no chão.

Bem que ensina a agir

Como um bicho, escroto de rua

Esquecendo do nojo de qualquer coisa,

Pois tua boca diz, sem palavras

O caminho, o pedido,

O sentido, o juízo perdido...

 

Em poucos minutos

Teus lábios formam um conjunto

De ações que me aquecem

As artérias,

Me deixam esquecer do perigo,

O medo qualquer de segredos;

Sou o que for, um bicho

Que sente e esquece que pensa,

Engolido por sensações

Latentes, bem na minha frente.

 

Esse teu busto,

Ver-te por trás,

Tua cintura que toca

Nos teus cabelos longos

De propósito, a propósito do desejo

A todo instante,

Instigam-me à vontade

De pegar-te as coxas

Fartas, cheias de histórias

De contos medidos a sangue

Impulsivo, que me manipula...

 

Como tua forma de olhar

Farta de tanta vontade

Inexplicavelmente adulta,

Infantil e manhosa

Em segredo, que diz

Querer uma rosa

E, no mesmo instante,

Prefere a vaidade masculina.

 


Em: Iniciado em 11 / 05 / 2009; finalizado em 14 / 05 / 2009 – 19h11