Que sufoco é esse que me reparte(?), que horror(!)
Brincar de jogar fora, antes pensar ser expulsa,
Antes mesmo suja de lama, deitada na grama! (...)
P'ra mim, você fica nua,
E se finge abismada depois de ter dado a mão,
Ter cometido um pecado e levado um não.
Se faz de pura por ser esse pedaço de carne crua...
Você é a sobra de um molho,
Tua carne, o resto servido àlguém, só.
Não finja, não fuja, não machuque,
Não pule da ponte de água e gelo no fundo.
Não sou porto seguro de aventura
Nem ventura da altura que pensa medir
A distância
Entre teu pé e minha nuca.
Em: 05 / 01 / 2008
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