Nos moldes de como se fala, tentamos sempre de alguma forma ser dinâmicos. Tudo se modela aos olhos nus, conforme a liberdade; a verdade é integral, da criação à aberração. Somos um misto de tudo: de colunas, desabafos, programas, poesias, crônicas e conversas. Como toda poesia, parecemos experimentais, mas nos moldes carnais somos mais que aquilo que 'tá estampado aos olhos nus apaixonados.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
quarta-feira, 29 de julho de 2015
π (ou Pi)
![]() |
| [...] o primeiro set-list!.. |
Eu seria o roadie e uma espécie de 'meio-produtor' de um projeto focado na mistura de metal com hardcore. Na ausência de baixistas, quebrei o galho durante algum tempo...
Era uma manhã de domingo, maio de 2005 ou antes disso e Ações de um ser debilóide marcou pela ilustre presença do homenageado dançando ao seu som, curtindo os refrões, sem, sequer, ter ideia de que aquela canção, o adjetivo "debilóide", a si fazia referência!
"São apenas ações de um ser debilóide"... Eu fiz parte disto!
Ah! Pi (ou π) era o nome da banda, embrião de tudo o que surgiria a seguir (a começar por Ao Longe Barcos e Flores)!
sábado, 25 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Vou bater a porta
![]() |
| [...] rascunho da letra pronta para ser musicada! |
Mas não apareça quando eu chegar
Vou te mandar bilhetes e não me responda se chorar
Hoje fico sozinho,
Não quero ninguém,
Nem medo, receio ou apreço de passar
Por seus olhos.
Ou te jogo na cara o que espero,
Algumas meninas diante de mim,
Me vendo tocar as canções que fiz pra você,
Não me casei por medo de tentar
Quando precisei você não estava lá
E agora não me venha dizer que não fui bom suficiente pra você.
Eu não posso expressar as saudades,
Os momentos que sinto quando me lembro
Que a gente não tem jeito e que nunca mais vai voltar
Andesson Cavalcanti e
(Letra e música)
Entre fevereiro e abril de 2007.
domingo, 19 de julho de 2015
Vaidade à esmo
Como se cheiro
Não culpasse, sentisse
Como matéria
Julg'arte cor de batom
À altura do peito o tom de blash...
Julg'arte cor de batom
À altura do peito o tom de blash...
Era como se amaciasse a própria alma
Na ausência do tato,
Como se despedaçasse o próprio instinto
E se desesperasse
Pela sobrevivência da carne,
Trocou pele por seda,
Como se beleza fosse ansiedade
Ou vivesse pelo mundo de passagem
Ou fizesse cara de paisagem
Ou alimentasse à esmo
Vaidade...
Na ausência do tato,
Como se despedaçasse o próprio instinto
E se desesperasse
Pela sobrevivência da carne,
Trocou pele por seda,
Como se beleza fosse ansiedade
Ou vivesse pelo mundo de passagem
Ou fizesse cara de paisagem
Ou alimentasse à esmo
Vaidade...
sábado, 16 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Sim, o Mundo!
O Mundo, apesar de difícil, tem tantas coisas boas a compartilhar quanto pensa a sabedoria popular a respeito das coisas ruins que nele existem.
Assinar:
Postagens (Atom)



